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O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) avalia se filiar ao PSB, nos próximos dias, para disputar como candidato ao governo de Minas Gerais.

A movimentação ocorre em meio ao avanço das negociações lideradas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem insistido na candidatura de Pacheco como principal aposta para formar um palanque competitivo no segundo maior colégio eleitoral do país.

Pacheco é tratado como “plano A” do PT em Minas, embora o ex-presidente do Senado ainda evite confirmar publicamente sua entrada na disputa.

Nos bastidores, a filiação ao PSB ganhou força após dificuldades nas tratativas com outras legendas. O MDB, por exemplo, já possui pré-candidato próprio no estado, o que inviabilizou a ida de Pacheco para o partido. Já o União Brasil enfrenta divisões internas, o que também complicou as negociações.

Nesse cenário, o PSB passou a ser visto como o caminho mais viável. A legenda oferece menor resistência interna e pode garantir a Pacheco uma candidatura sem disputas com correligionários, ainda que dependa da construção de alianças mais amplas para assegurar competitividade.

A aproximação entre Lula e Pacheco tem se intensificado nas últimas semanas e levantado suspeita de que a candidatura está fechada. O presidente chegou a confirmar a aliados que o acordo havia sido selado em uma conversa reservada, em fevereiro.

O senador acompanhou o presidente em agendas recentes em Minas Gerais, em movimentos interpretados como parte da estratégia para viabilizar a disputa ao governo estadual.

Apesar das negativas públicas, Pacheco já admite a interlocutores que pode disputar o governo, desde que haja uma chapa considerada forte e competitiva. A avaliação dentro do governo é que sua candidatura seria fundamental para fortalecer o projeto de reeleição de Lula no estado.

Aliados do senador também trabalham na construção de uma frente ampla em Minas Gerais, com a possível migração de integrantes de seu grupo político para o PSB, reforçando a estrutura partidária para a disputa.

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Fonte : CNN

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