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O empresário Leonid Radvinsky, proprietário da plataforma de conteúdo ​adulto OnlyFans, morreu de ​câncer aos 43 anos. A informação foi confirmada pela empresa em um comunicado nesta segunda-feira (23).

“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa ⁠batalha contra o câncer“, disse porta-voz do OnlyFans. “Sua  família solicitou privacidade neste momento difícil.”

 

Radvinsky adquiriu a Fenix ⁠International Limited, empresa controladora do  OnlyFans, ‌em 2018, e atuou como seu ⁠diretor e acionista majoritário.

Afinal, o que é OnlyFans?

Criada em 2016, em Londres, a plataforma foi tomando, com o tempo, outro caminho em relação a ideia inicial. Se antes a intenção era compartilhar novidades e trabalhos exclusivos para os assinantes, como músicas e videoclipes, agora o OnlyFans é dominado, especialmente, por conteúdo adulto – mesmo de profissionais fora da área.

Cada vez mais artistas ingressam no OnlyFans com o intuito de compartilhar materiais feitos para pessoas com mais de 18 anos através de assinaturas ou compras avulsas de um determinado conteúdo.

Em 2021, os criadores tentaram se desvencilhar do entretenimento adulto e acabaram proibindo publicações sexualmente explícitas, alegando problemas com as plataformas de pagamento.

Após as críticas negativas por parte dos assinantes, a empresa voltou atrás. Agora, o OnlyFans possui cerca de 150 milhões de usuários e mais de 5 milhões de criadores de conteúdo.

Anitta, Cardi BKey Alves Thomaz Costa são algumas das celebridades que ingressaram na plataforma nos últimos anos.

Parecido com o Instagram, Facebook e Twitter, há uma espécie de feed com os conteúdos de criadores que o usuário segue e assina, além das interações em posts em criação de listas dos próprios assinantes.

Para criar um perfil na rede social, é necessário adicionar uma forma de pagamento aceita pela plataforma ou uma conta bancária que aceite transferências internacionais, no caso dos criadores de conteúdo.

Como funciona a assinatura

Há uma versão em português da plataforma, mas os pagamentos são feitos apenas em dólares e, no caso do Brasil, convertidos em reais na fatura final do cartão cadastrado.

O criador de conteúdo tem algumas opções em relação ao valor das assinaturas: US$ 4,99 à US$ 49,99. 80% do valor vai para o bolso do artista e os outros 20% ficam com a empresa para “cobrir custos operacionais”.

Os usuários podem pagar uma mensalidade para cada criador e receber os conteúdos conforme a periodicidade de publicações ou realizar compras avulsas de conteúdos específicos.

*Com informações de Sofia Sampaio, da CNN Brasil

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Fonte : CNN

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