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A dissolução da União Soviética, no início dos anos 1990, mudou não só o mapa geopolítico como também o futebol mundial. Até então, as 15 repúblicas competiam sob uma única bandeira, que esteve presente em sete edições da Copa do Mundo entre 1958 e 1990. O melhor resultado veio em 1966, com o quarto lugar.

Com o fim do país, cada nação passou a disputar as Eliminatórias de forma independente. Mais de três décadas depois, apenas duas dessas ex-repúblicas conseguiram chegar ao Mundial com seleções próprias.

A Rússia é considerada pela Fifa a sucessora esportiva da União Soviética. Herdou o histórico e rapidamente manteve presença nas Copas do Mundo, participando das edições de 1994, 2002, 2014 e 2018. O melhor desempenho veio justamente quando sediou o torneio, ao alcançar as quartas de final diante de sua torcida. A base inicial da equipe ainda era formada por jogadores desenvolvidos no sistema soviético, o que facilitou a transição.

A outra exceção é a Ucrânia. A seleção estreou em Copas em 2006 e teve uma campanha marcante logo na primeira participação, chegando às quartas de final. O desempenho refletia uma tradição importante dentro do antigo bloco, já que muitos dos principais atletas soviéticos vinham do território ucraniano.

Para 2026, uma novidade na lista: o Uzbequistão vai disputar sua primeira Copa do Mundo após conseguir classificação direta no continente asiático.

As demais ex-repúblicas ainda não conseguiram disputar o torneio. Os demais países bálticos (Estônia, Letônia, Lituânia), da Europa Oriental (Bielorrúsia e Moldávia), Transcaucásia (Geórgia, Armênia, Azerbaijão) e Ásia Central (Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão e Turcomenistão) nunca conseguiram vaga no torneio.

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Fonte : CNN

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