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O presidente da CPMI (comissão parlamentar de inquérito) do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que a decisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), de estender os trabalhos foi “uma vitória do Brasil”.

“Foi uma vitória do Brasil. É uma vitória dos aposentados que foram roubados por essas quadrilhas. É uma vitória de quem quer que a Constituição seja cumprida”, afirmou em entrevista à CNN Brasil.

O presidente da comissão, que por diversas vezes criticou decisões do STF que atingiram a CPMI, defendeu o despacho de André Mendonça. “É para isso que serve o STF. Quando a Constituição não é respeitada, o STF tem que entrar. Não é interferir nos trabalhos do parlamento como tem acontecido”, ressaltou.

“Eu programei para [estender por] mais 60 dias. Eu entendo que nós não necessitamos hoje de 120 dias (…) 60 dias ao meu ver é o tempo necessário para que a gente termine bem feito o trabalho, um relatório que seja especialmente conjunto, entre governo e oposição”, afirmou.

Até então, a comissão parlamentar tinha até 28 de março para finalizar os trabalhos. A cúpula da comissão parlamentar havia marcado a leitura do relatório de Alfredo Gaspar (União-AL) para a próxima quarta-feira (25).

À CNN, Viana afirmou que será dada sequência à investigação principalmente no que se refere aos empréstimos consignados. A comissão também deve tentar garantir com que convocados que garantiram habeas corpus sejam obrigados a comparecer à CPMI, além de buscar a convocação de testemunhas do entorno de nomes importantes para as apurações.

Nesta segunda-feira (23), o ministro André Mendonça determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), prorrogue as atividades da CPMI do INSS.

Em sua decisão, o ministro entendeu ser inconstitucional o que chamou de “omissão deliberada” da Mesa Diretora e da Presidência do Congresso em deixar de receber e de promover a leitura da prorrogação dos trabalhos da comissão. Mendonça deu prazo de 48 horas para a leitura do requerimento.

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Fonte : CNN

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