Fernando Alonso, da Aston Martin, não participará do dia de imprensa antes do Grande Prêmio do Japão de Fórmula 1 nesta quarta-feira (25).
O motivo, segundo a BBC, seria o nascimento do seu primeiro filho, fruto do relacionamento com a jornalista Melissa Jiménez. Nenhuma outra informação foi divulgada.
A Aston Martin havia informado na quarta-feira que o bicampeão mundial “chegaria um pouco mais tarde neste fim de semana por motivos familiares pessoais”.
A equipe ainda afirmou que está tudo bem com o piloto e que ele estará na pista a tempo para a corrida de sexta-feira (27).
Apesar disso, o espanhol ficará de fora do primeiro treino livre. Jak Crawford, terceiro piloto da equipe, será o substituto de Alonso na sessão que será realizada na quinta-feira (26).
Aproveitando a ausência do piloto de 44 anos, a equipe decidiu também cumprir uma exigência do regulamento da categoria, que prevê a utilização de novatos em ao menos duas ocasiões por carro ao longo da temporada. Assim, a Aston Martin aproveitou o momento para dar oportunidade ao jovem piloto de 20 anos.
Fernando Alonso, que está no último ano de seu contrato com a Aston Martin e não declarou se pretende permanecer na Fórmula 1 após a temporada de 2026, retornará ao comando do AMR26 a partir do treino livre 2, que acontece às 3h da manhã.
Início turbulento com a Aston Martin
O piloto vive um início turbulento ao lado da Aston Martin. A escuderia britânica tem sido assolada por problemas com a nova parceria com a Honda.
Alonso abandonou as duas provas, na Austrália e na China, e Lance Stroll, seu companheiro de equipe, abandonou a corrida na China e terminou em último lugar, 15 voltas atrás do vencedor, em Melbourne.
O principal problema da Honda é uma vibração severa do motor que tem causado falhas na bateria do carro.
“Há a questão de diminuir a rotação do motor e coisas do tipo, para que ele vibre menos, mas na corrida, obviamente, você ainda precisa atingir uma rotação alta quando faz uma ultrapassagem ou precisa recarregar as baterias”, analisou Alonso.
“Precisamos dar mais tempo à Honda para entender as vibrações e de onde elas vêm”, acrescentou o bicampeão.
Adrian Newey, chefe de equipe da Aston Martin, afirmou estar confiante de que o carro poderá se tornar competitivo até o final da temporada.
source
Fonte : CNN