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O ex-jogador Walter Casagrande, 62. ídolo do Corinthians e hoje comentarista esportivo, é categórico ao falar sobre o AC/DC. “É uma das minhas bandas preferidas, incrível.”

Em vídeo enviado com exclusividade à CNN Brasil, ele classifica os shows do grupo australiano como “maravilhosos sempre” e diz que o som do AC/DC passa por todos os leques que o rock’n’roll pode ter.

O grupo australiano faz o último de três shows na capital paulista nesta quarta-feira (4), novamente no estádio Morumbis, encerrando a sequência de datas na cidade e um público total de mais de 210 mil pessoas.

Casagrande, que se destacou na “Democracia Corinthiana”, jogou a Copa do Mundo de 1986 pela seleção brasileira e teve passagens por clubes como São Paulo, Porto (Portugal), Ascoli e Torino (Itália) e Flamengo, também construiu ao longo da carreira a imagem de “artilheiro rock’n’roll”.

Fora de campo, a relação com a música sempre foi forte, e o AC/DC ocupa um lugar especial nesse repertório pessoal.

“Você pode definir o AC/DC como banda de heavy metal, uma banda de blues rock, uma banda de rock, uma banda de blues… O som do AC/DC é diferenciado, ele passa por todos os leques que o rock’n’roll pode ter”, diz Casagrande no vídeo.

Para ele, essa versatilidade ajuda a explicar a longevidade e a popularidade do grupo. “Por isso que é uma das principais bandas da história, quase todo mundo que gosta de rock gosta muito do AC/DC.”

O ex-atacante lembra que acompanha a trajetória do grupo de perto, desde a primeira vinda deles ao Brasil. “Eu tive o privilégio de ver o AC/DC no Rock in Rio.”

O festival, realizado em 1985, foi um marco para o rock no país, reunindo, ao lado do AC/DC, em duas apresentações, nomes como Pepeu Gomes e Baby do Brasil, Whitesnake, Scorpions e Ozzy Osbourne. Os australianos fecharam ambas as noites.

Casagrande conta que esteve presente naquele 19 de janeiro de 1985. Desde então, seguiu a banda em outras turnês brasileiras.

“Eu vi também o AC/DC em 1996, no Pacaembu, e vi o AC/DC em 2009, no Morumbi. E agora eles tão de volta, pela quarta vez, e eu pretendo assistir pelo menos uma vez o show do AC/DC. Eu vi todas as vezes o AC/DC”, resume, orgulhoso, na mensagem gravada para a CNN Brasil.

Trajetória roqueira

A devoção do comentarista pela banda dialoga com a forma como ele próprio construiu sua trajetória: intensa, marcada por personalidade forte e por referências constantes à cultura rock.

Na Itália, onde defendeu o Torino, Casagrande ficou conhecido pelo estilo de vida roqueiro tanto quanto pelos gols decisivos, inclusive em campanhas importantes como a do Torino na Copa Uefa do início dos anos 1990.

Enquanto Casagrande relembra décadas de shows, o AC/DC volta a escrever seu capítulo mais recente com o público brasileiro.

A banda está no país com a turnê “Power Up” e já realizou duas apresentações no Morumbis, em São Paulo, diante de cerca de 70 mil pessoas em cada noite.

No palco, Brian Johnson e Angus Young lideram a formação atual, que percorre clássicos de cinco décadas de carreira, como “T.N.T.”, “Jailbreak”, “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, “Whole Lotta Rosie” e “For Those About to Rock (We Salute You)”.

Para fãs como Casagrande, é mais uma oportunidade de ver ao vivo a banda que, segundo ele, transita por todas as vertentes do rock e segue, quarenta anos depois do primeiro encontro no Rock in Rio, “maravilhosa sempre”.

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Fonte : CNN

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