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Apoiadores do ditador venezuelano Nicolás Maduro marcharam na capital Caracas nesta terça-feira (25) em uma manifestação que o PSUV (Partido Socialista Operário Venezuelano) classificou como uma “mobilização cívico-militar-policial” para defender a bandeira e a soberania nacional.

A marcha, que também teve a participação do ministro do Interior, Diosdado Cabello, ocorreu um dia após os Estados Unidos designarem o Cartel de los Soles como uma organização terrorista estrangeira.

Washington adicionou sanções relacionadas à terrorismo ao grupo que, segundo os EUA, inclui Maduro e altos funcionários do governo.

O governo venezuelano rejeitou a medida, classificando-a como “ridícula” e acusando os Estados Unidos de buscarem o controle das reservas de petróleo e gás do país.

No caso do Cartel de los Soles, Caracas afirma que se trata de uma “invenção” das autoridades americanas e acusa Washington de buscar uma mudança de regime no país sul-americano.

Ofensiva dos EUA no Caribe

Nos últimos meses, os EUA intensificaram as operações contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas na costa da Venezuela.

O país já reuniu cerca de 15 mil militares na região, junto com mais de uma dúzia de navios de guerra.

Na semana passada, quatro autoridades americanas disseram à Reuters, sob condição de anonimato, que os EUA estão prestes a lançar uma nova fase de operações relacionadas à Venezuela

Duas das autoridades disseram que operações secretas provavelmente serão a primeira parte da nova ação contra Maduro.

Um alto funcionário do governo, no sábado (22), não descartou nenhuma possibilidade em relação à Venezuela.

“O presidente Trump está preparado para usar todos os recursos do poder americano para impedir que as drogas inundem nosso país e para levar os responsáveis ​​à justiça”, disse a fonte, que também falou sob condição de anonimato.

 

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Fonte : CNN

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