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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu atacar o Irã após concluir que a liderança iraniana não estava disposta a abandonar o programa de enriquecimento de urânio, afirmou hoje um alto funcionário do governo.

“Ficou claro que a intenção deles era preservar a capacidade de enriquecimento para que, com o tempo, pudessem usá-lo para uma bomba nuclear”, disse o funcionário a jornalistas. “Poderíamos ter feito outro acordo ruim de curto prazo, mas isso não resolveria o problema a longo prazo.”

Trump havia enviado Steve Witkoff e seu genro, Jared Kushner, como enviados para negociações com o Irã nas semanas que antecederam os ataques da madrugada deste sábado (28). Mas as negociações estagnaram, com o presidente afirmando repetidamente na sexta-feira que estava “insatisfeito” com o rumo das conversas.

O governo ofereceu aos líderes iranianos opções para desenvolver o que o funcionário chamou de “programa nuclear pacífico”.

“Oferecemos a eles muitas, muitas maneiras de fazer isso”, disse a autoridade. “Mas, em vez disso, isso foi recebido com jogos, truques, táticas de enrolação, e essa foi realmente a conclusão a que chegamos.”

Após o ataque, Trump descreveu a operação como uma campanha militar “massiva e contínua”, acrescentando que vidas americanas podem ser perdidas em consequência da ação.

Segundo Trump, o objetivo da ofensiva é “defender o povo americano” do que classificou como “ameaças do governo iraniano”. Em um vídeo divulgado na rede social Truth Social, o presidente dos EUA afirmou que pretende destruir os mísseis do Irã e assegurar que o país do Oriente Médio não possua armas nucleares.

Em resposta, o regime iraniano lançou uma onda de ataques em todo o Oriente Médio. Bases americanas nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait foram atacadas. De acordo com a equipe da CNN, trata-se de um ataque sem precedentes.

 

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Fonte : CNN

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