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Grupos de manifestantes, incluindo membros do Partido Comunista da Grã-Bretanha, realizaram um protesto em frente à embaixada dos EUA em Londres neste sábado (3). O ato foi organizado em resposta à intervenção militar de larga escala iniciada na madrugada, que resultou na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, por forças especiais americanas.

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Durante a manifestação, os participantes utilizaram tambores e exibiram bandeiras da Venezuela e da Palestina. Aos gritos de “Tirem as mãos da Venezuela” e “Libertem Maduro”, os manifestantes criticaram a política externa de Washington e pediram o fim do apoio britânico a operações militares no Caribe.

Cartazes exibidos na multidão traziam frases como “Defendam a Venezuela” e frases de ordem como “o povo unido jamais será vencido”. O movimento em Londres ocorre simultaneamente a reações internacionais divergentes, com países como Rússia e Cuba classificando a ação dos EUA como um “ato de agressão armada” e um ataque “criminoso”.

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Governo britânico nega envolvimento

Apesar da mobilização nas ruas, o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, declarou oficialmente que o governo britânico não teve qualquer participação na operação militar.

Em pronunciamento, Starmer afirmou ter “absoluta certeza” da não colaboração do país na incursão terrestre e aérea que atingiu Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

O premiê ressaltou que pretende manter diálogo com o presidente Donald Trump para compreender os detalhes da missão, mas reiterou a defesa do direito internacional e das normas jurídicas globais.

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Contexto da operação e situação de Maduro

A intervenção militar americana foi confirmada por Trump, que classificou a missão como uma “operação brilhante” executada pela Força Delta e rastreada pela CIA.

Segundo a administração republicana, a captura visa levar Maduro a julgamento no Distrito Sul de Nova York por acusações de narcoterrorismo e conspiração para importar cocaína.

Enquanto os protestos ocorrem na Europa, fontes oficiais dos EUA informam que Maduro e sua esposa já foram retirados da Venezuela e estão a bordo do navio USS Iwo Jima, rumo a solo americano.

O governo venezuelano, agora sob comando da vice-presidente Delcy Rodríguez, decretou emergência nacional e solicitou uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU.

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Fonte : CNN

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