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Esquiar no Brasil é uma tarefa árdua se depender da natureza. Salvo as exceções das pequenas nevascas nas serras gaúcha e catarinense, o país depende da criatividade e da tecnologia para poder esquiar em terras brasileiras com uma performance que supere apenas uma brincadeira.

Em tempos de Olimpíada de Inverno na distante Itália, uma escola em São Paulo oferece aulas de “esqui indoor”. Tudo acontece num ambiente fechado e controlado, onde uma “pista infinita” substitui a montanha nevada e onde o frio não é requisito para prática esportiva. A mesma máquina, porém, é usada na Europa, por exemplo, para o treino de atletas no período do ano sem neve.

A pista é formada por uma esteira cuja velocidade e inclinação podem ser controladas pelo aluno ou instrutor. A pista é molhada com água e tem um atrito um pouco maior que comparado com o sentido na neve. É possível, também, treinar as modalidades do esqui ou usar a prancha de snowboard. Os equipamentos usados para “deslizar” na pista são praticamente os mesmos usados para a prática do esporte ao ar livre. Como não há frio no ambiente, é possível realizar o treino até com uma roupa leve típica do verão brasileiro.

Segundo a instrutora da Born to ski, Isabella Fernandes, crianças a partir de 8 anos para o snow e 5 a 8 anos no esqui podem fazer as aulas. “A gente tem um público mais aventura no snowboard, um público mais elegante no esqui”, comenta.

“A técnica é exatamente igual à que a gente usa na neve. A gente tem bastante que vai para Europa, EUA e Chile também”, diz a instrutora ao explicar que os praticantes procuram a escola para tentar a prática em diversas estações de esqui. O aumento da procura pelas aulas, inclusive, acontece principalmente no final do ano, justamente próximo ao início do inverno no hemisfério norte.

A prática pode variar. “Tem pessoa que com três aulas de esqui já tem uma noção de montanha bem legal. No snow, já são 5 a 7 aulas para entender”.


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Fonte : CNN

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