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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, fará uma ligação com seus colegas dos países do G7 neste sábado (28) para discutir a situação no Irã, disse um funcionário do Departamento de Estado à CNN.

O G7 é composto pelo Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, além da União Europeia.

A ligação entre o principal diplomata dos EUA e os ministros das Relações Exteriores do G7 ocorre em meio a temores de escalada mais ampla após ataques dos EUA e de Israel ao Irã no sábado, e ataques retaliatórios contra países de toda a região do Golfo onde os EUA têm bases.

O que está acontecendo?

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os EUA iniciaram “grandes operações de combate” no Irã, prometendo aniquilar as forças armadas do país e destruir seu programa nuclear.

Em um vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump acusa o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares” e afirmou que os EUA “não aguentam mais”. Israel também anunciou ataques contra o Irã.

Diferentemente da última vez em que os EUA e Israel atacaram o Irã, em junho de 2025, estes ataques começaram à luz do dia, na madrugada deste sábado – o primeiro dia da semana no Irã – enquanto milhões de pessoas iam trabalhar ou estudar.

E enquanto os ataques americanos em junho terminaram em poucas horas, fontes disseram à CNN Internacional que, desta vez, as forças armadas norte-americanas estão planejando ataques para vários dias.

A CNN Internacional havia relatado anteriormente que Khamenei era um dos alvos da primeira onda de ataques contra o Irã, juntamente com outros líderes importantes.

Fontes do regime iraniano afirmam que Khamenei está vivo, enquanto israelenses sugerem que o líder supremo esteja morto.

Em resposta, o regime iraniano lançou uma onda de ataques sem precedentes em todo o Oriente Médio, com explosões ouvidas em diversos países que abrigam bases militares americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

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Fonte : CNN

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