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O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) afirmou nesta segunda-feira (23) que a questão fiscal e financeira das contas públicas foi determinante para a abertura do programa de privatizações e parcerias público-privadas no estado.

A declaração foi dada por Leite durante um evento voltado para debater parcerias em infraestrutura.

Segundo o chefe do Executivo gaúcho, ao assumir o estado, em 2019, a situação incluía o atraso no pagamento dos salários de servidores, o que levou a gestão a fazer uma “revisão da máquina pública”, além da busca por investidores privados.

“O Estado não pagava hospitais, atrasava fornecedores e não repassava obrigações aos municípios. Isso impôs um choque de realidade e a necessidade de reestruturar a máquina pública”, afirmou.

Para ele, o debate ao redor das privatizações e parcerias entre o estado e a iniciativa privada se dá em três pontos: eficiência no serviço, foco e responsabilidade intergeracional, ao citar que os governos têm “horizontes curtos”.

Além da Corsan, a Sulgás, companhia de gás do estado, e a CEEE-G, Companhia Estadual de Geração de Energia Elétrica, também foram arrematadas pela iniciativa privada.

Apostamos muito na parceria com o setor privado, não apenas pelo que significa de capacidade de investimentos, como também pela performance, pela melhor eficiência, pelo que entrega com qualidade para a sociedade, colocando o poder público em outro polo“, afirmou. 

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Fonte : CNN

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