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Os preços futuros do trigo encerrou o dia com ganhos na bolsa de Chicago nesta quarta-feira (18). O contrato com entrega para março ficou cotado em US$ 5,4700 por bushel e com alta de 1,72%.

De acordo com as informações, o trigo operou a sessão com ganhos em meio a preocupações com os riscos climáticos nas regiões produtoras e geopolíticos.

o mercado também acompanha a previsão de safra da consultoria SovEcon para a produção de trigo na Rússia em 2026/2027 que deve ser de 83,8 milhões de toneladas, segundo reportagem do Western Producer. Caso se confirme, esse volume representará uma queda em relação à estimativa de 89,5 milhões de toneladas para a safra 2025/2026.

Segundo o relatório, os agricultores russos plantaram 38,5 milhões de acres de trigo de inverno, uma queda de 1,3% em relação ao ano anterior.

 

Milho

No caso do milho, as referências futuras finalizaram a sessão com valorização na bolsa de Chicago. O vencimento com entrega para março registrou avanço de 0,18% e fechou o dia negociado a US$ 4,2700 por bushel.

De acordo com as informações do Barchart, o mercado está na expectativa do Fórum de Perspectivas Agrícolas, que deve ser divulgado nesta quinta-feira (19). Antes da divulgação, uma pesquisa da Bloomberg com os analistas prevê uma queda de 3,8 milhões de acres na área plantada de milho nos Estados Unidos em relação ao ano passado, totalizando 95 milhões de acres.

A produção de milho é estimada em 15,936 bilhões de bushels, o que representaria uma queda de 1,085 bilhão de bushels em relação ao total do ano passado.

Soja

Os preços da soja encerraram a quarta-feira (18) com movimentações distintas entre os principais contratos negociados na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento em março recuou 0,04% e fechou cotado a US$ 11,3350 por bushel. Já a referência para maio teve ganho de 0,02% e o contrato finalizou cotado em US$ 11,4900 por bushel.

De acordo com as informações da Royal Rural, o mercado do grão acompanhou a alta do óleo de soja, que subiu mais de 1%, estendendo o movimento positivo da sessão anterior. “O óleo vem sendo sustentado tanto pelo avanço do petróleo quanto pelos próprios fundamentos, e isso acaba dando suporte para todo o complexo da soja”, informou a consultoria.

O mercado também acompanha as condições climáticas no Brasil durante o período de colheita da soja nas regiões produtoras. “Esse período mais seco ajuda bastante o avanço da colheita de soja, porque facilita a entrada de maquinário nas lavouras. Por outro lado, a safra de milho que vem na sequência da área de soja já pode começar a sentir estresse por calor e falta de umidade, principalmente no Centro-Oeste”, destacou a Royal Rural.

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Fonte : CNN

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