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O papa Leão XIV sugeriu que os líderes cristãos responsáveis ​​por guerras se confessem, sem mencionar nenhum conflito ou indivíduo em específico.

“Será que esses cristãos que têm sérias responsabilidades em conflitos armados têm a humildade e a coragem de fazer um sério exame de consciência e se confessar?”,

questionou ele durante um discurso no Vaticano nesta sexta-feira (13).

Embora o pontífice não tenha mencionado nomes diretamente, ele tem feito repetidos apelos pela paz no Irã e no Oriente Médio, descrevendo a situação como “profundamente perturbadora”.

Em janeiro, Leão XIV lamentou que “a guerra esteja de volta à moda e um fervor bélico esteja se espalhando”.

As declarações mais recentes do papa surgem em um momento em que o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, classificou a intervenção militar americana como apoiada por Deus, enquanto alguns líderes cristãos foram vistos recentemente orando pelo presidente americano Donald Trump no Salão Oval durante a guerra com o Irã.

O vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio são católicos.

Entretanto, figuras proeminentes da Igreja Católica nos Estados Unidos se manifestaram contra a guerra com o Irã.

O cardeal Blase Cupich, de Chicago, descreveu um vídeo publicado na conta oficial da Casa Branca sobre a guerra como “repugnante”, enquanto o cardeal Robert McElroy, de Washington D.C., afirmou que os ataques conjuntos EUA-Israel “não são moralmente legítimos”, pois não atendem aos critérios da doutrina católica para uma guerra justa.

O discurso de Leão XIV foi feito a um grupo de clérigos e seminaristas reunidos em Roma para um curso sobre confissão, conhecido como Sacramento da Reconciliação.

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Fonte : CNN

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