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O ex-príncipe do Reino Unido Andrew Mountbatten-Windsor foi preso nesta quinta-feira (19) sob suspeita de má conduta em cargo público, após a divulgação de documentos que detalham os laços dele com o empresário condenado por abuso e tráfico sexual Jeffrey Epstein.

Mountbatten-Windsor é o primeiro integrante sênior da família real na história moderna a ser preso. Ele negou todas as acusações contra si e insistiu que nunca testemunhou ou suspeitou de qualquer comportamento do qual Epstein foi acusado.

A defesa do ex-príncipe ainda não comentou as recentes alegações de má conduta em cargo público.

Entenda mais sobre a prisão de Andrew Mountbatten-Windsor

A Polícia do Vale do Tâmisa informou que estava realizando buscas em endereços no condado de Berkshire, a oeste de Londres, onde Andrew morava anteriormente. As buscas também chegaram ao condado de Norfolk, no leste da Inglaterra, onde ocorreu a prisão.

O ex-principe havia se mudado para lá no início deste mês, após ser expulso da propriedade real de Windsor pelo rei Charles III, seu irmão mais velho. Ele morava em Windsor desde 2003.

Sandringham é também o local onde o príncipe Philip, pai de Andrew, passou seus últimos meses antes de falecer em 2021.

O rei Charles III disse ter recebido “com profunda preocupação” a notícia da prisão de seu irmão mais novo e enfatizou que “a lei deve seguir seu curso”.

“Minha família e eu continuaremos cumprindo nosso dever e servindo a todos vocês”, afirmou Charles.

O que se sabe sobre a prisão

A polícia não informou o que levou à prisão de Andrew sob suspeita de má conduta em cargo público. Ele atuou como enviado comercial do Reino Unido por uma década.

Andrew Mountbatten-Windsor renunciou ao cargo em 2011, após ser criticado por sua amizade com Epstein. Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA mostraram que o ex-príncipe manteve contato com o magnata americano durante seu período como enviado comercial.

Mountbatten-Windsor pode ser mantido sob custódia por até 24 horas antes que a polícia precise acusá-lo de um crime ou liberá-lo. Se houver suspeita de um crime grave, ele pode ser mantido sob custódia por até 96 horas.

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Fonte : CNN

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