O Nottingham Forest orientou Edu Gaspar, atual chefe global de futebol do clube, a se manter afastado das instalações da equipe enquanto sua saída se aproxima.
Segundo informações do The Telegraph, o dirigente brasileiro foi instruído a não frequentar o centro de treinamento nem o estádio do clube. Edu também não esteve presente no empate por 2 a 2 com o Manchester City na quarta-feira (4), sendo a terceira partida consecutiva da equipe sem sua presença.
O Forest contratou o ex-diretor esportivo do Arsenal em julho, mas sua passagem pelo clube tem sido conturbada. Em menos de oito meses, o time passou por quatro treinadores e realizou diversas contratações consideradas abaixo das expectativas, após gastar cerca de 200 milhões de libras (cerca de R$ 1,4 bilhão).
O proprietário do clube, Evangelos Marinakis, havia apostado na experiência de Edu para ampliar o projeto de sua rede de clubes. Entre as funções do brasileiro estavam supervisionar recrutamento, desempenho, estratégia do elenco e desenvolvimento de jogadores.
Trocas de técnicos e conflitos internos
A passagem de Edu também foi marcada por conflitos internos. O ex-treinador Nuno Espírito Santo teve desentendimentos com o dirigente poucas semanas após sua chegada, relação que acabou sendo apontada como um dos fatores que contribuíram para sua demissão em setembro.
Desde então, o clube já teve no comando Ange Postecoglou, Sean Dyche e agora Vítor Pereira. Dyche foi demitido no mês passado, após apenas 114 dias no cargo.
Em entrevista recente, o treinador afirmou não entender a decisão da diretoria, destacando que o time ocupava a nona posição da Premier League no momento de sua saída.
Luta contra o rebaixamento
Atualmente, o Nottingham Forest ocupa o 17º lugar da Premier League, fora da zona de rebaixamento apenas pelo saldo de gols, restando nove partidas para o fim da temporada.
A equipe comandada por Vítor Pereira também volta a campo na próxima quinta-feira pela Liga Europa da UEFA, quando enfrenta o FC Midtjylland pelo jogo de ida das oitavas de final.
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Fonte : CNN