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As negociações entre o Irã e os Estados Unidos em Genebra têm se concentrado no enriquecimento de urânio em Teerã e na tentativa de determinar se as propostas dos iranianos cumpririam as exigências de Donald Trump de que o país jamais obtenha uma arma nuclear, segundo fontes.

A delegação americana, liderada por Steve Witkoff e Jared Kushner, iniciou as negociações com algumas exigências firmes: que o Irã desmantelasse as principais instalações nucleares e que qualquer acordo para interromper o enriquecimento de urânio fosse permanente.

Enquanto isso, a expectativa era que os iranianos apresentassem uma proposta que suspendesse o enriquecimento de urânio por um período de três a cinco anos — até depois da saída de Trump do cargo — antes de aderir a um consórcio regional para enriquecimento de baixo nível, não destinado a armas nucleares, disse uma das fontes.

Como parte do acordo, o Irã permitiria que inspetores internacionais monitorassem o cumprimento dos termos.

Não está claro se as posições dos dois lados estariam suficientemente próximas para que as discussões diplomáticas pudessem continuar, ou se Trump recorreria à sua outra opção: ordenar novos ataques ao Irã.

Ao iniciarem as negociações, autoridades americanas afirmaram que ainda não estava claro qual era a posição do Irã em relação a uma série de pontos, e alguns questionaram se o líder supremo iraniano, que tem a palavra final, concordaria com os termos, mesmo que os negociadores parecessem mais dispostos a negociar.

Autoridades iranianas sabem que qualquer acordo deve permitir que Trump reivindique uma vitória e possa se vangloriar de que o acordo é mais forte do que o acordo nuclear da era Obama, do qual ele se retirou.

Como parte desses cálculos, os iranianos têm mencionado publicamente acordos econômicos que permitiriam aos EUA o acesso ao petróleo e gás, e compromissos do Irã em comprar produtos americanos.

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Fonte : CNN

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