Dois navios da Marinha dos EUA, que atuavam na operação de contramedidas de minas no Golfo Pérsico antes da guerra com o Irã, foram avistados no último fim de semana na Malásia, a cerca de 5.600 quilômetros do Golfo.
Os dois navios de combate litorâneo – USS Tulsa e USS Santa Barbara – foram fotografados no porto de Butterworth, em Penang, Malásia, pelo observador militar Sherwynd Kessler e as fotos foram publicadas no Facebook e no Instagram no domingo (15).
A CNN geolocalizou as fotos no porto malaio.
Kessler disse que publicou as fotos nas redes sociais logo após tirá-las no domingo e que nunca tinha visto os LCS naquele porto antes. Os registros de data e hora no arquivo digital das fotos mostram que elas foram tiradas na manhã de domingo.
Um porta-voz da 5ª Frota da Marinha dos EUA confirmou que os dois navios da classe LCS estavam na Malásia para “breves escalas logísticas”.
“As forças americanas rotineiramente fazem escalas em portos da Malásia como parte de nossas operações, o que reflete a estreita e duradoura cooperação militar entre os Estados Unidos e a Malásia”, disse o comandante Joseph Hontz em um e-mail à CNN, acrescentando que a Marinha não comentaria sobre quaisquer operações futuras dos dois navios.
A Marinha dos EUA desativou no ano passado seus quatro navios caça-minas dedicados no Golfo Pérsico e, em janeiro, os enviou de volta aos EUA em um navio de transporte pesado para eventual desmantelamento.
No ano passado, a Marinha afirmou que os navios da classe LCS equipados com o pacote de missão de contramedidas de minas substituiriam os quatro navios desativados.
Três desses navios da classe LCS – Tulsa, Santa Barbara e USS Canberra – estavam na região do Golfo Pérsico antes do início das hostilidades.
A CNN noticiou anteriormente que o Irã teria começado a instalar minas no Estreito de Ormuz, segundo duas pessoas familiarizadas com a inteligência americana sobre o assunto.
Pouco depois, os EUA realizaram uma série de ataques contra embarcações iranianas, com autoridades divulgando vídeos dos ataques.
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Fonte : CNN