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Um navio petroleiro foi atacado a cerca de cinco milhas náuticas (cerca de 9,26 quilômetros) da costa de Masandam, em Omã, informou o centro de segurança marítima do país neste domingo (1º).

Quatro pessoas ficaram feridas e toda a tripulação, composta por 20 pessoas, foi evacuada. A embarcação chamava-se “Skylight” e ostentava a bandeira de Palau, uma pequena nação insular no Pacífico Ocidental.

O centro de segurança marítima afirmou que os resgates foram realizados pela marinha e pelas forças armadas de Omã, “refletindo a prontidão nacional para lidar com incidentes marítimos”.

Omã desempenhou um papel fundamental na mediação das recentes negociações entre o Irã e os Estados Unidos, que visavam alcançar um novo acordo nuclear.

O que está acontecendo?

Trump anunciou no sábado (28) que os EUA iniciaram “grandes operações de combate” no Irã, prometendo aniquilar as forças armadas do país e destruir seu programa nuclear.

Em um vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump acusa o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares” e afirmou que os EUA “não aguentam mais”. Israel também anunciou ataques contra o Irã.

Diferentemente da última vez em que os EUA e Israel atacaram o Irã, em junho de 2025, estes ataques começaram à luz do dia, na madrugada deste sábado – o primeiro dia da semana no Irã – enquanto milhões de pessoas iam trabalhar ou estudar.

E enquanto os ataques americanos em junho terminaram em poucas horas, fontes disseram à CNN Internacional que, desta vez, as forças armadas norte-americanas estão planejando ataques para vários dias.

A CNN Internacional havia relatado anteriormente que Khamenei era um dos alvos da primeira onda de ataques contra o Irã, juntamente com outros líderes importantes.

Em resposta, o regime iraniano lançou uma onda de ataques sem precedentes em todo o Oriente Médio, com explosões ouvidas em diversos países que abrigam bases militares americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

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Fonte : CNN

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