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O relator da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), deputado Alfredo Gaspar, garantiu que a comissão está conduzindo um trabalho sério e imparcial, sem considerar posições ideológicas dos investigados. “Não haverá bandido de estimação”, afirmou o parlamentar em entrevista ao CNN 360º.

“A melhor maneira de prever o futuro é olhando para o passado. A CPMI tem feito um trabalho sério, nós, na relatoria, não estamos olhando cor ideológica”, apontou o deputado: “Agora, não dá para dizer que uma comissão de inquérito dentro da estrutura do parlamento não tenha conteúdo político, isso seria faltar com a verdade, estamos em uma casa política – mas, buscando fazer o que é correto independente de posição ideológica”.

Gaspar destacou os avanços obtidos pela comissão desde o início dos trabalhos. “Quando começamos a CPMI, havia pouquíssimo resultado concreto em relação ao crime praticado dentro da estrutura do INSS. Sequer o Careca do INSS estava submetido à prisão”, explicou o relator, referindo-se a um dos principais investigados no esquema de fraudes: “Nós avançamos, já apontamos indícios de patrocínio político, avançamos em relação a empresário”.

De acordo com o deputado, a CPMI exigiu a limpeza do sistema de previdência e contribuiu para a aprovação, no Congresso Nacional, de uma legislação que impede descontos associativos no benefício dos aposentados.

Resultados concretos e perspectivas

“O Brasil não aguenta mais tanta corrupção”, enfatizou Gaspar ao defender a importância do trabalho da comissão. O relator pediu que os brasileiros comparem o que “estava debaixo do tapete antes da CPMI” com o que foi exposto e as providências tomadas após o início das investigações.

Alfredo Gaspar garantiu que, como relator, irá incluir no relatório final todas as responsabilidades que foram apontadas durante as investigações, reforçando seu compromisso com a imparcialidade.

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Fonte : CNN

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