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O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta quinta-feira (12) que o Brasil não deve buscar “apoio externo” no que diz respeito ao combate às facões criminosas do país.

Ele respondia à uma pergunta, em conversa com jornalistas durante evento em São Paulo, sobre a intenção do governo de Donald Trump de rotular o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como grupos “terroristas”.

“É um problema do nosso país aqui, internamente, que nós temos que resolver. Não dá para ficar buscando soluções de países estrangeiros”, afirmou.

“Eu não entendo que seja um tema sobre o qual nós devemos buscar este apoio externo”, acrescentou.

Leite defendeu que o Brasil tenha um tratamento “mais duro” contra essas facções, mas disse que, em seu entender, o país tem “força e capacidade interna para resolver este problema”.

“A gente tem que colocar um presidente que faça a coordenação, a liderança desse processo, mas não é por uma intervenção ou uma interferência de uma outra nação”, concluído.

Entenda

O governo brasileiro se prepara para a possibilidade de os Estados Unidos classificarem facções do Brasil como terroristas.

O combate a organizações criminosas estrangeiras é um dos marcos do novo mandato de Donald Trump à frente da Casa Branca.

O governo do presidente norte-americano afirmou, na última terça-feira (10), considerar as facções brasileiras PCC e CV ameaças à segurança da região, mas não confirmou a intenção de classificar os grupos como organizações terroristas.

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Fonte : CNN

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