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O governador do Rio Grande do Sul e pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, Eduardo Leite, disse nesta quinta-feira (11) que não está “alinhando discurso” para agradar ninguém, no que diz respeito à eleição.

“Não estou alinhando o discurso pra tentar agradar ninguém. Eu estou sendo nesse processo a mesma coisa que eu fui ao longo dos meus 22 anos de vida pública”, disse em coletiva de imprensa durante agenda em São Paulo.

O pré-candidato afirmou ter condição de construir uma “alternativa” aos outros nomes que já vão se colocando na disputa: o do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o escolhido para suceder Jair Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL).

“Eu tenho a disposição de construir uma alternativa e tenho certeza absoluta que se me derem a oportunidade de liderar esse projeto, nós estaremos no segundo turno”, disse.

Para isso, falou sobre a necessidade de atrair os eleitores que não estão satisfeitos com nenhuma das opções: “votam no Flávio porque não querem mais o Lula e votam no Lula porque não toleram a possibilidade dos bolsonaros voltarem ao poder, mas não estão felizes com a sua escolha”.

Leite citou seus desejos para o Brasil, passando por pautas mais alinhadas à esquerda e também à direita, citando pontos como a necessidade de maior inclusão e diversidade, segurança pública, liberdade para aprender e a defesa de um estado menor e menos gastador.

O argumento do governador é que todas essas áreas “são conciliáveis” e não precisam ficar dividas entre o candidato da direita e o candidato da esquerda.

“São conciliáveis e a conciliação, para mim, não é um discurso feito agora por causa da eleição, é na paciência. Prática. É uma prática ao longo de toda a minha vida política”, afirmou.

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Fonte : CNN

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