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O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou nesta terça-feira (17) que os deputados do PL Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Bosco Costa tratavam as emendas parlamentares como se fossem “bens de propriedade privada”.

Os deputados estão sendo julgados na Primeira Turma do STF por suposto desvio de emendas e cobrança de propina para a liberação de recursos públicos.

“Os diálogos extraídos e os documentos apreendidos também demonstraram que os réus tratavam a destinação dessas emendas como se fossem bens de propriedade privada. Agiam como se fossem seus, retirando valores e solicitando cobranças”, disse o ministro em voto.

Moraes é o segundo ministro a se manifestar. Antes dele, votou o relator da ação, ministro Cristiano Zanin. Ele defendeu a condenação dos réus por corrupção passiva e afastou a acusação de organização criminosa por insuficiência de provas. Moraes seguiu esse entendimento.

Segundo a denúncia, os três deputados e outros cinco aliados desviaram emendas destinadas a projetos de saúde pública para o município de São José de Ribamar, no Maranhão.

Os deputados teriam exigido cerca de R$ 1,6 milhão em propina do então prefeito da cidade, José Eudes, para destinar os recursos. Ele denunciou o esquema.

Ao todo, são oito réus no caso. Além dos três parlamentares, também respondem ao processo Thalles Andrade Costa, João Batista Magalhães, Adones Gomes Martins, Abraão Nunes Martins Neto e Antônio José Silva Rocha.

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Fonte : CNN

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