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A redução da jornada de trabalho é um movimento mundial, porém acontece de forma lenta e preferencialmente por meio de negociações coletivas entre empregados e empregadores, não por imposição legal.

A análise foi feita pelo sociólogo José Pastore durante participação no programa WW Especial – Quem pagará a conta com o fim da escala 6×1?, que vai ao ar neste domingo (15), às 22h (horário de Brasília).

ASSISTA: WW ESPECIAL – QUEM PAGARÁ A CONTA COM O FIM DA ESCALA 6X1?

O sociólogo destaca que a principal diferença entre reduzir a jornada por lei ou por negociação está na capacidade de adaptação às características específicas de cada setor.

No caso brasileiro, Pastore lembrou que a Constituição de 1988 estabeleceu o limite máximo de 44 horas semanais e 8 horas diárias, mas permitiu a redução por meio de negociações.

“O Brasil já tem uma estrutura montada e vem praticando isso”, concluiu o especialista, ressaltando que as negociações também abrangem diferentes tipos de escalas de trabalho, adaptadas às necessidades específicas de cada setor.

WW Especial

Apresentado por William Waack, o programa é exibido aos domingos, às 22h, em todas as plataformas da CNN Brasil.

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* Publicado por Henrique Sales Barros

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Fonte : CNN

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