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O cantor Justin Timberlake, 45, ingressou com uma medida judicial para tentar impedir a divulgação das imagens registradas por câmeras corporais de policiais durante a própria prisão, em junho de 2024, em Sag Harbor, no estado de Nova York.

Na ocasião, o ex-integrante da banda NSYNC foi abordado após supostamente ter passado direto por uma placa de “pare” e por trafegar em zigue-zague entre as faixas. Posteriormente, Justin se declarou culpado pela infração de trânsito e por dirigir embriagado.

De acordo com a coluna Page Six, do New York Post, advogados do artista protocolaram documentos na Justiça de Sag Harbor para bloquear a liberação dos vídeos após pedidos com base na Lei de Acesso à Informação dos Estados Unidos (Freedom of Information Act – FOIA).

De acordo com a publicação, a defesa argumenta que o material mostra o cantor “em um estado extremamente vulnerável durante uma abordagem policial à beira da estrada” e que as gravações captariam “detalhes íntimos” de sua “aparência física, comportamento, fala e conduta”.

Ainda conforme a Page Six, o advogado Michael Del Piano sustentou que a divulgação causaria “dano grave e irreparável à reputação pessoal e profissional” de Justin, além de submetê-lo a “escárnio público”.

O profissional acrescentou: “Não há interesse público legítimo em compreender o funcionamento do governo. A divulgação dessas imagens constituiria uma invasão indevida [da privacidade de Justin].”

Após se declarar culpado, o astro foi condenado a cumprir entre 25 e 40 horas de serviços comunitários. Sua carteira de motorista no estado de Nova York foi suspensa por 90 dias e ele também teve de pagar uma multa.

O oficial que efetuou a prisão alegou que os olhos do artista estavam “vermelhos e contraídos”, e que um forte odor de bebida alcoólica exalava de seu hálito. O músico também foi descrito como “desorientado, com dificuldade de atenção, fala lenta, instabilidade ao caminhar e desempenho insatisfatório em todos os testes de sobriedade administrados”.

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Fonte : CNN

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