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A Fórmula 1 fretou voos para levar integrantes das equipes a Melbourne para o GP da Austrália de 2026, segundo o The Athletic. A decisão ocorre em meio aos impactos do conflito no Oriente Médio sobre o tráfego aéreo internacional.

Cerca de 1.500 pessoas do paddock costumam participar da etapa, marcada para 8 de março, no circuito de Albert Park. O grupo inclui funcionários das equipes, organizadores, oficiais, profissionais de mídia e hospitalidade.

Parte desse público faria conexões em aeroportos do Oriente Médio, como Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e Doha, no Catar, considerados centros globais de transporte.

A região voltou a registrar ataques com mísseis após Estados Unidos e Israel lançarem ofensiva contra o Irã no sábado. O cenário levou ao fechamento temporário de espaços aéreos e ao cancelamento de voos.

“Estamos falando de equipes, pilotos, pessoal da Fórmula 1”, afirmou o CEO do GP da Austrália, Travis Auld, à rede australiana Channel Nine. “Acredito que haja perto de 1.000 pessoas que já haviam reservado voos e que estariam chegando entre hoje, amanhã e quarta-feira.”

“Então todos esses voos tiveram que ser alterados, mas há muitas pessoas ao redor do mundo na mesma situação, e você acaba competindo com esse aumento na demanda. Mas eles conseguiram resolver, e isso é o mais importante.”

Todo o equipamento necessário para a realização da corrida já havia sido enviado a Melbourne antes dos ataques.

“Todo o material já está aqui e pronto, então estamos confiantes de que não haverá impacto na corrida por causa da interrupção nas viagens”, acrescentou Auld. “Os pilotos estarão aqui, os engenheiros estarão aqui, os chefes de equipe estarão aqui — eles foram priorizados.”

A corrida de domingo abre a temporada 2026 da F1. Na sequência, o calendário prevê etapas na China e no Japão, antes do retorno ao Oriente Médio, com provas no Bahrein, em 12 de abril, e na Arábia Saudita, em 19 de abril.

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Fonte : CNN

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