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A atriz Giulia Costa, 25, refletiu sobre a vida, a carreira e a exposição desde pequena em entrevista à CNN, e explicou como lida com o rótulo de nepo baby e com a consciência dos privilégios que carrega por ser filha de Flávia Alessandra, 51.

Ela contou que cresceu sem ter outra referência de vida e que, por isso, tenta lidar com a pressão pública com maturidade, terapia e autoconhecimento.

Logo no início, Giulia explicou que sempre ouviu perguntas sobre como é ser filha de Flávia Alessandra e que essa comparação constante faz parte de sua rotina desde a infância.

“As pessoas me perguntam como é ser filha da minha mãe, e eu falo: eu não sei como não é ser”, disse em entrevista à CNN, comentando que nunca viveu a experiência de anonimato.

Ela ainda acrescentou que o tema virou até motivo de brincadeira durante participação em um podcast, recentemente: “O programa era muito sobre isso… a gente zombando da pergunta de sempre”.

Giulia também relatou que, por ter crescido junto com as redes sociais, não teve a mesma proteção que sua irmã mais nova, Olívia, 15, recebe hoje. “Não rolou uma proteção tão grande porque a gente não entendia a gravidade. A parte da vida pública às vezes me traz um porém… junto com o carinho vêm muitas coisas ruins.”

A atriz destacou ainda a importância da saúde mental nesse processo de autoconhecimento. “Terapia e psiquiatra. Eu sempre falo: não sou uma super-heroína”, disse em entrevista à CNN, reforçando que, apesar da fama, continua sendo um ser humano vulnerável.

Ela completou: “As pessoas acham que quem está do outro lado da tela não sente… mas a gente sente tanto quanto”.

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Fonte : CNN

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