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O estado de São Paulo tem 30 milhões de veículos em sua frota. Para 2026, cerca de 19,2 milhões terão que quitar o tributo, que permanece com 4% para carros de passeio. 

Entre os modelos, uma Ferrari Daytona SP3 é o carro com o valor de IPVA mais caro de São Paulo. Com valor estimado em 18,2 milhões, o proprietário terá que desembolsar R$ 731 mil para pagar o imposto. 

O valor do IPVA é superior ao de muitos carros de luxo e também de esportivos no Brasil, como Mustang GT Performance, Ford F-150,  Lexus RZ 500e entre outros. 

O esportivo da marca de Maranello tem um motor V12 6.5L de 840 cv e 71,1 kgfm de torque. Com tração traseira, a Daytona SP3 tem câmbio automatizado de 7 velocidades. 

Com esse conjunto, é possível ir de zero a 100 km/h em apenas 2,8 segundos. A velocidade máxima é de 340 km/h. Para frear essa máquina, os freios são a disco de carbono-cerâmica nas quatro rodas. 

Ferrari Daytona SP3 é o IPVA mais caro de São Paulo • Divulgação
Ferrari Daytona SP3 é o IPVA mais caro de São Paulo • Divulgação

Em termos de dimensões, o modelo tem 4,68 metros de comprimento, 2,05 metros de largura, 1,14 metro de altura e um entre-eixos de 2,65 metros. 

Consumo não é uma preocupação para o proprietário. A critério de curiosidade, a Ferrari Daytona SP3 faz médias de 4,7 km/l na cidade e 5,5 km/l na estrada. 

Além da Ferrari, a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) também divulgou o preço do IPVA de um Rolls-Royce Cullinan de ano 2023. É o utilitário com maior valor do imposto. O proprietário terá que pagar R$ 304.560.

Rolls Royce Cullinan 2023 é o utilitário com o IPVA mais caro de SP • Divulgação
Rolls Royce Cullinan 2023 é o utilitário com o IPVA mais caro de SP • Divulgação

Por enquanto, a Sefaz-SP não divulgou a lista completa dos 10 carros com o maior IPVA do estado.

IPVA 2026

No ano que vem o IPVA para veículos particulares novos e usados permanecem iguais: 4% para carros de passeio; 2% para motocicletas e similares, caminhonetes cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado; além de 1,5% para caminhões e 1% para os veículos de locadoras, registrados em São Paulo.

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Fonte : CNN

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