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Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (3) que vão fechar a embaixada do país em Beirute, capital do Líbano, por tempo indeterminado “devido às tensões regionais”.

Todos os atendimentos consulares, tanto regulares quanto de emergência, foram cancelados.

Isso acontece em meio a ataques de Israel contra posições do Hezbollah no Líbano, incluindo em áreas de Beirute.

De acordo com o Ministério da Saúde libanês, ao menos 52 pessoas morreram com os ataques israelenses, e outras 154 ficaram feridas.

Além dos ataques aéreos, o Exército de Israel invadiu o território do país vizinho. Em declarações à CNN, uma fonte afirmou que as tropas israelenses avançaram até agora “centenas de metros em território libanês”.

*com informações da CNN

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.

O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.

Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”.

Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. As agressões entre as partes seguem neste domingo.

Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

*Billy Stockwell, da CNN, contribuiu com esta reportagem

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Fonte : CNN

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