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Em entrevista ao CNN 360°, o ex-ministro José Dirceu destacou que o PT (Partido dos Trabalhadores) está focado em construir alianças estratégicas na região Sudeste, considerada decisiva para as próximas eleições.

“A eleição se decide aqui no Sudeste”, enfatizou Dirceu, lembrando que foi nesta região que ocorreu uma perda significativa de votos nas últimas eleições. “Foi aqui que Bolsonaro perdeu 7 milhões de votos de 18 para 22. E foi em São Paulo que ele perdeu 4”, completou.

Segundo Dirceu, o partido está trabalhando na formação de uma chapa com o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) em Minas Gerais, que incluiria também a atual prefeita Marília Campos (PT), de Contagem, e o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT). “Eu acredito, há outras opções, mas eu acredito que é uma chapa consistente”, afirmou.

No Rio de Janeiro, a estratégia envolve a aliança com Eduardo Paes (PSD) e Benedita Silva (PT) para o Senado, o que, segundo Dirceu, seria suficiente para fazer uma campanha forte na região. O ex-ministro também mencionou o Espírito Santo, onde o PT apresentará um candidato próprio que, em sua avaliação, conseguirá mais de 20% dos votos e servirá como palanque.

Em relação às outras regiões do país, Dirceu se mostrou otimista com o crescimento do partido no Sul, onde, segundo ele, a direita enfrenta divisões internas no Paraná e em Santa Catarina. “Nós temos uma chapa poderosa e forte no Rio Grande do Sul e tem dois candidatos, um candidato da direita e outro da extrema-direita”, explicou.

O ex-ministro demonstrou confiança na capacidade do PT de montar chapas competitivas em todo o país. “Nós temos capacidade e experiência para isso e temos apoio e base eleitoral para disputar essa eleição de igual para igual, no mínimo”, concluiu, ressaltando que o resultado ainda está em aberto: “Não é uma eleição que está resolvida”.

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Fonte : CNN

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