Filipe Martins, vítima do regime brasileiro. (Foto: Marcelo Elias/Reprodução das Redes Sociais)

A elite intelectual brasileira, autodenominada progressista, demonstra notável habilidade em demonizar qualquer voz dissidente, rotulando opositores políticos e intelectuais como figuras abjetas. Frequentemente, esses “conservadores” são pessoas comuns, idosas e trabalhadores que defendem seus valores com fé e patriotismo.

Apesar da evidente contradição, formadores de opinião, incluindo jornalistas, filósofos e artistas, disseminam narrativas acusatórias e violentas. A Bíblia é caricaturada como manual de ódio, e a defesa da liberdade de expressão é distorcida como discurso de ódio.

A estratégia reside em camuflar acusações e ameaças sob uma linguagem rebuscada e “limpa”. Defende-se a censura e o extermínio intelectual de parcelas da população. Quando a indignação emerge, os algozes se colocam como vítimas ultrajadas da “extrema direita”.

A verdade factual se torna irrelevante diante da obsessão ideológica. A destruição da vida de um indivíduo inocente é justificada em nome da eliminação de obstáculos ao poder. Ética, moral e profissionalismo são descartados em busca do objetivo final: esmagar o conservadorismo, considerado o mal absoluto, justificando qualquer ação em nome da “salvação da democracia”.

Um caso emblemático é a reportagem sobre a suposta viagem de Filipe Martins aos Estados Unidos, que resultou em sua prisão preventiva por seis meses. A matéria alegava ter obtido informações do formulário I-94, um registro de entrada e saída do país, sem a devida autenticação ou canais oficiais.

Apesar de a legitimidade das informações ser questionável, o jornalista não hesitou em insinuar que o ex-assessor estaria mentindo, apresentando o documento não confirmado como prova irrefutável. O dano causado a Martins não gerou retratação, mantendo-se a alegação de cumprimento do dever jornalístico, mesmo diante da evidência de um trabalho negligente.

Posteriormente, o mesmo jornalista alegou que a prisão se baseou em outras provas sob posse do STF. A conduta levanta questionamentos sobre sua atuação como diretor de uma ONG que visa a construção de espaços digitais saudáveis. A cordialidade pregada pela instituição não se reflete em sua prática jornalística, que parece priorizar a destruição de adversários ideológicos à apuração imparcial dos fatos.

Outros exemplos incluem a defesa do assalto como “lógica” por uma filósofa e a disseminação de poemas que atacam valores conservadores, utilizando uma linguagem agressiva e inversão de princípios.

Esses exemplos demonstram o modus operandi da “intelectualidade” de esquerda, expressando desprezo por opiniões divergentes e disfarçando a intolerância com subterfúgios. O objetivo é eliminar a direita e o conservadorismo, utilizando uma linguagem aparentemente pacífica, mas carregada de clichês, para desumanizar os opositores e justificar qualquer estratégia.

O governo americano desmascarou a reportagem sobre Filipe Martins, confirmando a falsidade do formulário I-94. Resta a pergunta: quantas outras matérias, poemas, livros e decisões judiciais foram baseadas em premissas igualmente questionáveis?

A resistência à pressão ideológica requer a criação de um ecossistema de influenciadores, jornalistas e veículos de comunicação capazes de enfrentar as narrativas dominantes e o mainstream. A chave é construir uma estratégia de comunicação e cultura baseada na busca pela verdade, onde a realidade prevaleça sobre a retórica.

Fonte: revistatimeline.com

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