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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está fazendo o discurso do Estado da União, um evento anual em que o chefe de Estado americano delineia as prioridades do governo e reforça os feitos até o momento. A CNN Brasil transmite o discurso ao vivo com tradução simultânea (veja no player acima).

A fala deste ano acontece em um momento conturbado, em meio à queda na aprovação entre a população.

Uma pesquisa da CNN conduzida pela SSRS revelou que 32% dos americanos dizem que Trump teve as prioridades certas, enquanto 68% acham que ele não prestou atenção suficiente aos problemas mais importantes do país.

Em 2025, Trump fez o discurso anual mais longo perante uma sessão conjunta do Congresso — mas este não era considerado um discurso do Estado da União –, de acordo com o Projeto da Presidência Americana da Universidade da Califórnia, Santa Bárbara, com quase 1h40 de duração.

Quem possui a marca de discurso oficial mais longo sobre o Estado da União é Bill Clinton, pelo menos desde 1964. Em 27 de janeiro de 2000, Clinton discursou por quase uma hora e meia.

Acompanhe os destaques do discurso nesta matéria.

“Nossa nação está de volta” e fronteira

Donald Trump começou o discurso falando que “nossa nação está de volta”, afirmando que o país nunca esteve tão forte e que esta é a “Era Dourada” dos EUA.

O presidente alegou que fez uma transformação como ninguém nunca viu no país.

“Hoje, nossa fronteira está segura. Nosso espírito está restaurado”, afirmou, adicionando que a fronteira é a mais forte que o país já teve, fazendo referência à diminuição de entrada ilegal de pessoas.

“Mas nós vamos sempre permitir que pessoas entrem legalmente, pessoas que vão amar nosso país e trabalhar duro para manter nosso país”, comentou.

Em outro momento, ele pontuou que o “estado da nação é forte”.

Trump chama Venezuela de “amiga e parceira”

Ainda no início do discurso, Trump chamou a Venezuela de “amiga e parceira”.

“Nós acabamos de receber da nossa nova amiga e parceira, Venezuela, mais de 80 milhões de barris de petróleo”, comentou.

As Forças Armadas americanas fizeram uma operação no dia 3 de janeiro que culminou na captura de Nicolás Maduro. Desde então, a presidente interina Delcy Rodríguez tem adotado um tom de aproximação com o governo americano.

*em atualização

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Fonte : CNN

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