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O subsecretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, afirmou que a morte de Nemesio Rubén Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, “é uma grande notícia para o México, os EUA, a América Latina e o mundo”.

Landau classificou Oseguera como “um dos chefes do tráfico mais sanguinários e impiedosos” e parabenizou as forças de segurança do México.

Além disso, lamentou as cenas de violência desencadeadas em partes do país. “Não é de se surpreender que os criminosos estejam reagindo com terror. Mas nunca devemos perder a calma. Força, México!”, declarou.

Anteriormente, a embaixada dos EUA no México emitiu um alerta de segurança para os estados de Jalisco, Tamaulipas, Michoacán, Guerrero e Nuevo León “devido às operações de segurança em andamento e aos bloqueios de estradas e atividades criminosas relacionadas”.

Operação militar teve ajuda dos EUA

O Ministério da Defesa do México agradeceu, em comunicado, a participação dos EUA na operação que matou El Mencho: “Cabe mencionar que, para a execução desta operação, além dos trabalhos de inteligência militar central, no âmbito da coordenação e cooperação bilateral com os EUA, contou-se com informações complementares fornecidas por autoridades daquele país”.

Oseguera, ex-policial, comandava o Cartel Jalisco Nova Geração, ou CJNG, enquanto a organização se tornava uma das “mais poderosas e cruéis organizações criminosas” do México, segundo a DEA (Agência de Repressão às Drogas dos EUA).

Forças de segurança de vários ramos federais do Exército mexicano realizaram a operação na cidade de Tapalpa, no estado de Jalisco.

Membros do CJNG trocaram tiros com as forças governamentais, resultando na morte de quatro integrantes da gangue no local, informou a Secretaria de Defesa Nacional do México.

Oseguera e mais dois indivíduos ficaram gravemente feridos e morreram enquanto eram transportados de avião para a Cidade do México, segundo a Secretaria de Defesa.

Três militares mexicanos também ficaram feridos na operação e foram levados a um hospital na Cidade do México para receber tratamento.

 

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Fonte : CNN

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