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O presidente da CPMI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse nesta quarta-feira (11) que conversou com o relator do processo envolvendo o Banco Master no STF (Supremo Tribunal Federal), ministro André Mendonça, sobre o acesso a novas provas coletadas pela PF (Polícia Federal) que possam ajudar a Comissão.

“Nós conversamos sobre a questão de novas provas, novas quebras de sigilo, mas o ministro foi muito claro e tem sido muito firme nesse ponto. A Polícia Federal pode compartilhar conosco quantos inquéritos, que são muitos, que estiverem prontos”, afirmou.

A preocupação, segundo o presidente da CPMI, é que mesmo se a investigação no Congresso for prorrogada, os parlamentares têm um prazo determinado para concluir os trabalhos. “Os inquéritos da Polícia Federal podem se estender até por mais de um ano pela complexidade e pelo tamanho desse escândalo, que agora envolve o Master e a própria conjugação das questões do INSS na lavagem de dinheiro”.

Durante o encontro com Mendonça, o senador também solicitou ao magistrado que reveja decisões que têm, segundo o parlamentar, afetado as investigações da comissão mista de inquérito.

“Trouxemos ao ministro André Mendonça pontos que precisam ser esclarecidos com relação, inclusive, à continuação das nossas investigações. O primeiro deles, um pedido nosso sobre a revisão dos habeas corpus que permitem o não comparecimento de testemunhas para a CPMI e investigados para a Polícia Federal”, disse Viana a jornalistas.

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Fonte : CNN

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