Idealizado em 1979, o Olodum se tornou um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira. Localizado no Centro Histórico de Salvador, na Bahia, o bloco foi formado por um grupo de amigos.
A princípio, a intenção era criar apenas mais uma opção de lazer para os moradores do Maciel-Pelourinho curtirem o Carnaval com dignidade. No entanto, acabou tomando proporções maiores e o Bloco Olodum tornando referência ao difundir uma nova cultura.
Quatro anos mais tarde, a iniciativa se transformou em uma ONG do movimento negro brasileiro, de atuação sócio comunitária, que contribui para a revitalização do Centro Histórico de Salvador.
O colorido do Olodum
As cores que formam a identidade do bloco não foram escolhidas ao acaso. De acordo com o site oficial, elas representam a base do pan-africanismo (movimento que promove a solidariedade, união e emancipação dos povos africanos), rastafarianismo e do movimento reggae. Sendo assim, o verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho, o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto, o orgulho da pele preta e o branco, a paz mundial.
Com a grande visibilidade do bloco, o Olodum acabou se transformando em uma instituição. Atualmente, é constituído também por uma banda – internacionalmente conhecida -, escola profissionalizante, teatro, centro digital e memória, além das atividades de arte, educação, música e cidadania, desenvolve diversas campanhas de defesa e estímulo da cidadania e direitos humanos.
Carnaval 2026
Sob o tema “Máscaras Africanas – Magia e Beleza” foi escolhido com base em motivos históricos e culturais, o Olodum desfila no circuito Barra-Ondina. A concentração é realizada no Farol da Barra e acontece no domingo, 15 de fevereiro.
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Fonte : CNN