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A atacante iraniana Sara Didar lutou contra as lágrimas quando jornalistas a questionaram sobre a escalada do conflito militar em seu país, enquanto a treinadora Marziyeh Jafari afirmou que suas jogadoras estavam se esforçando ao máximo para se concentrar na campanha da Copa da Ásia, apesar da preocupação com suas famílias no Irã.

O conflito eclodiu após os Estados Unidos e Israel lançarem ataques aéreos contra o Irã no fim de semana, matando o Líder Supremo da República Islâmica, Ali Khamenei. Como resposta, o Irã lançou mísseis contra países da Península Arábica.

“Obviamente, estamos todos preocupadas e tristes com o que aconteceu com o Irã, com nossas famílias no Irã e com nossos entes queridos, mas eu realmente espero que seja algo muito bom para o nosso país, que tenhamos boas notícias pela frente e que meu país se recupere”, disse Didar, de 21 anos, nesta quarta-feira (4).

O Irã perdeu sua partida de estreia no Grupo A para a Coreia do Sul, por 3 a 0, na segunda-feira (2), e enfrenta a anfitriã Austrália nesta quinta (5), no Estádio Gold Coast.

A meio-campista australiana Amy Sayer elogiou a coragem das jogadoras iranianas por competirem no torneio continental, apesar da instabilidade política e dos ataques militares que assolam seu país.

A treinadora Jafari afirmou que a seleção iraniana queria orgulhar seus torcedores iranianos-australianos.

“Estamos muito preocupadas com nossas famílias e com o povo do Irã”, disse ela. “Ninguém gosta de guerra… mas viemos para jogar futebol profissionalmente e faremos o nosso melhor para nos concentrarmos no nosso futebol e na partida que temos pela frente.”

“Os iranianos-australianos aqui nos apoiam, e estamos muito felizes por vivermos em um país onde todos são unidos e nos apoiam. Nós também os amamos muito e faremos o nosso melhor para deixá-los orgulhosos.”

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Fonte : CNN

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