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A colheita da soja atingiu 65,79% da área total em 2026, segundo estimativa da Pátria AgroNegócios, atualizada nesta sexta-feira (20). O volume representa desaceleração em relação ao mesmo período do ano anterior. Em 2025, o montante colhido neste momento foi de 73,84%, enquanto em 2024, o montante foi de 69,33%.

Segundo os dados divulgados, na média dos últimos cinco anos, a colheita na segunda quinzena de março totalizou 66,96%. Para a consultoria, a colheita nacional registra atraso frente as últimas duas safras, ainda assim, segue em linha com a média dos últimos cinco anos anos.

O excesso de chuvas voltou a preocupar algumas regiões produtoras do centro do país. Com relação a produtividade, os volumes seguem dentro do esperado em resultados considerados positivos.

Nesta quinta-feira (19), a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) revisou suas estimativas para o complexo soja e reforçou a expectativa de um marco histórico para o setor em 2026.

O novo balanço da associação indica que o Brasil caminha para atingir um recorde no processamento interno, impulsionado tanto pela força da safra quanto pela crescente demanda por derivados.

A projeção atualizada indica que o esmagamento de soja deve alcançar 61,5 milhões de toneladas em 2026, uma leve alta de 0,8% em relação ao levantamento anterior.

Para a produção de derivados também há cenário positivo. A estimativa é de 47,4 milhões de toneladas de farelo de soja e 12,35 milhões de toneladas de óleo de soja, consolidando o papel estratégico do Brasil para a oleaginosa.

No comércio exterior, a exportação de soja em grão está projetada em 111,5 milhões de toneladas, o que mantém o país na liderança global.

No segmento de derivados, os embarques devem atingir 24,6 milhões de toneladas de farelo, enquanto o óleo de soja apresenta crescimento estimado de 3,4%, chegando a 1,5 milhão de toneladas exportadas.

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Fonte : CNN

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