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O Brasil assegurou a continuidade de uma rota alternativa para o escoamento de exportações agropecuárias por meio da Turquia, em meio às restrições logísticas no Estreito de Ormuz.

A solução foi articulada pelo MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) para evitar impactos no comércio exterior, especialmente com destinos no Oriente Médio e na Ásia Central.

Com a medida, a estrutura portuária turca segue como uma alternativa estratégica para cargas brasileiras, permitindo que produtos cheguem aos mercados de destino sem a necessidade de transitar pelo Golfo Pérsico, região que enfrenta instabilidade e restrições recentes.

Embora a rota já fosse utilizada por exportadores brasileiros, novas exigências sanitárias impostas pela Turquia passaram a exigir adequações. O país implementou regras mais rigorosas para produtos sujeitos ao controle veterinário oficial, especialmente aqueles de origem animal, o que poderia comprometer o fluxo comercial.

Para contornar o problema, o governo brasileiro negociou a adoção de um Certificado Veterinário Sanitário específico para mercadorias em trânsito pelo território turco ou destinadas ao armazenamento temporário antes do envio ao destino final.

“O documento garante que os produtos atendam às exigências sanitárias locais, viabilizando sua circulação sem entraves”, informou o ministério por meio de nota.

Na prática, a certificação permite que cargas brasileiras atravessem a Turquia ou sejam armazenadas por um período limitado no país antes de seguir viagem, assegurando maior flexibilidade logística aos exportadores.

“A iniciativa traz mais previsibilidade ao setor agropecuário em um cenário de incertezas nas rotas internacionais e reforça a atuação do Mapa para preservar a competitividade do Brasil no comércio global de alimentos”, destacou a pasta.

 

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Fonte : CNN

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