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O Boca Juniors prepara um projeto que vai ampliar a La Bombonera, com objetivo de chegar a 80 mil lugares – atualmente, o local comporta 57 mil espectadores.

O plano de modernização está dividido em etapas, e num primeiro momento passaria a ter 67 mil lugares, com as obras podendo começar ainda neste ano. Depois, a ideia é aproximar o campo de jogo cerca de quatro metros das arquibancadas, reduzindo o tamanho de alguns setores e alterando a disposição interna do estádio.

Segundo a imprensa argentina, a principal mudança será a construção de um quarto nível nas arquibancadas, fazendo com que o estádio ganhe 6 mil novos assentos.

Posteriormente, está prevista a construção de uma renovada área de camarotes, que devem ser negociados com empresas e patrocinadores, aumento o leque de parceiros e, consequentemente, de dinheiro nos cofres do clube.

“Uma arena esportiva consegue comportar experiências distintas ao torcedor. Nos últimos anos, a procura por espaços premium, com pacotes de comidas e bebidas, cresceu muito em vários países do mundo, com ações inspiradas no mercado norte-americano, que já tem uma base de público mais sólida”, comenta Léo Rizzo, CEO da Soccer Hospitality.

River Plate ampliou estádio

Além do Boca Juniors, o rival River Plate também segue caminho parecido. No final do ano passado, por meio de comunicado de seu presidente, Stefano di Carlo, anunciou que ampliará a capacidade do estádio para 101 mil pessoas. As obras devem começar em abril deste ano e terão duração de três anos.

O River já havia transformado o Monumental no maior estádio da América do Sul, quando em fevereiro de 2023 ampliou a capacidade para 85 mil lugares. Desta vez, no entanto, o River continuará jogando em seu estádio, ao contrário da última reforma.

De acordo com o clube argentino, serão instalados 300 terminais FaceID. Por meio de comunicado, o River Plate acredita que o fluxo de acesso será o mais rápido possível, com 60 pessoas entrando por minuto.

“O reconhecimento facial transformou os estádios brasileiros com segurança, rapidez e comodidade, e isso deve ser uma prática adotada em outros países. Isso comprova o sucesso e excelência de um trabalho com tecnologia 100% brasileira, e que pode servir de exemplo para outras agremiações e arenas pelo mundo”, diz Tironi Paz Ortiz, CEO da Imply, que levou a tecnologia para o Colo-Colo, do Chile, e atuou nas últimas edições da Copa Libertadores e também Copa América.

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Fonte : CNN

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