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O decreto do presidente dos EUA ​invocando a Lei de Produção ​de Defesa para garantir o fornecimento de glifosato no mercado americano ressalta a necessidade de os agricultores locais terem acesso ao herbicida, disse a Bayer nesta quinta-feira, acrescentando que a medida não levaria à escassez em ⁠outros países.

A Bayer ​disse em agosto passado que a empresa poderia ​ser forçada a interromper a produção nos EUA ⁠do herbicida amplamente utilizado na ⁠agricultura, a menos que mudanças regulatórias fossem ​feitas ‌para evitar litígios que têm pesado sobre a ⁠empresa alemã.

A Bayer é a única empresa que produz glifosato nos EUA, mas o setor agrícola também importa grandes volumes ‌de ⁠cópias genéricas ‌da China.

A Bayer, que há anos tenta se defender de contestações de responsabilidade civil por alegações de que ⁠o herbicida causa câncer, ⁠chegou a um acordo no início desta semana para pagar até ‌US$7,25 bilhões para resolver dezenas de milhares de ações judiciais desse tipo.

Separadamente, o grupo alemão convenceu a Suprema Corte dos Estados Unidos a julgar um recurso ‌que limitaria drasticamente a responsabilidade da Bayer nos processos judiciais, que foram movidos principalmente por usuários particulares ⁠de jardinagem.

A decisão da Suprema Corte de julgar o caso veio depois que o governo Trump apoiou a ​visão da Bayer de que a regulamentação federal do ​glifosato, que é principalmente a favor da Bayer, deve ter precedência sobre as leis estaduais invocadas pelos demandantes.

 

 

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Fonte : CNN

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