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Em meio a decisão da corte americana que considera ilegal as tarifas impostas em 2025 por Donald Trump, o CEO da Brasilagro, André Guillaumon, comemorou a notícia para o setor. Em entrevista ao CNN Agro Money nesta sexta-feira (20), ele destacou que o momento é de volatilidade para as empresas e produtores do agro nacional. 

“Isso tudo que a gente está vendo é normal agora. O produtor e as empresas precisam se preparar para esse ciclo de volatilidade”, disse à CNN.

Na visão do CEO, a instabilidade política e comercial vai ditar o ritmo do mercado nos próximos meses, o que pode influenciar nas futuras cotações: “Essas mudanças repentinas mudam o curso global de mercadorias e alteram o premio”, destacou. 

“O que a gente ta vendo é que o mercado vai convergir para um momento de simetria”, complementou.

Apesar da instabilidade no mercado, Guillaumon considera este um momento positivo para o agronegócio brasileiro: “Essa notícia muda bastante a estrutura comercial dos países parceiros do brasil. O agro brasileiro tende a se beneficiar disso, pela competitividade e produtividade”.

André Guillaumon, CEO da BrasilAgro, em entrevista ao CNN Agro News• Reprodução

Safra 2025/26

O CEO projeta com otimismo os resultados da Brasilagro na próxima safra: “A companhia hoje tem uma posição de cambio bem vendida, já fechamos hoje 65% da nossa soja e do nosso cambio”. 

De acordo com Guillaumon, as vendas foram feitas com o câmbio do dólar com cotação acima de R$ 6 reais, e com o valores da soja na casa de US$ 10,70 o bushel.  

Acordo com a Índia 

O CEO da Brasilagro vê com otimismo o acordo comercial entre Brasil e Índia. À CNN, ele disse que o setor “tem muito a se beneficiar” pela competitividade na produção. 

Ele destacou que a Brasilagro e os produtores de algodão e feijão ganham um “player muito importante” com o avanço da parceria comercial entre os dois países. 

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Fonte : CNN

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