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O Manchester United avalia a construção de um novo estádio para substituir o Old Trafford, que pode ser demolido nos próximos anos. A proposta prevê uma arena com capacidade para 100 mil pessoas e se conecta ao interesse político local de sediar a final da Copa do Mundo Feminina de 2035.

A iniciativa tem apoio do prefeito de Manchester, Andy Burnham, que defende a candidatura da cidade como palco da decisão do torneio. Internamente, o projeto também ganha força diante das condições estruturais do atual estádio.

Nos últimos anos, o Old Trafford acumulou problemas, como registros de infestação de ratos e episódios de alagamento nas arquibancadas, além de vazamentos em áreas internas, incluindo o vestiário da equipe visitante. A situação gerou críticas públicas, inclusive do coproprietário do clube, Jim Ratcliffe.

O desgaste da estrutura ampliou a pressão por mudanças e acelerou discussões sobre a modernização da casa do clube. Em março de 2025, o United anunciou estudos para a construção de uma nova arena, com investimento estimado em R$ 12 bilhões. A expectativa é que, após concluído, o empreendimento gere impacto econômico de cerca de R$ 52 bilhões no Reino Unido.

Neste momento, o clube atua nas etapas iniciais do processo, como obtenção de licenças, negociação de terrenos e estruturação do financiamento. O prazo estimado para a obra, após o início efetivo, varia entre quatro e cinco anos.

“A rentabilidade das arenas e estádios são pontos cruciais para o desenvolvimento financeiro dos clubes do futebol mundial. A capacidade de capitalizar independentemente de jogos de futebol é essencial, seja por meio de atrair novas marcas parceiras e, claro, de promover ativações e ações inovadoras junto aos torcedores. Essa, com certeza, é uma das metas do Manchester United, um clube gigante e com potencial imenso de atrair novas fontes de receitas por meio do seu estádio e de seus torcedores”, afirma Heraldo Evans, Diretor Comercial da Recoma, empresa especializada em infraestrutura esportiva e que atua neste mercado há 46 anos.

Entre as alternativas avaliadas, a venda de naming rights aparece como uma fonte relevante de arrecadação. A prática, comum em ligas como NFL e NBA, está no radar do Manchester United, que evita, por ora, definir o nome da futura arena para manter o ativo atrativo ao mercado.

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Fonte : CNN

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