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Clientes da Sabesp, empresa responsável pela distribuição de água em São Paulo, passarão a receber um alerta automático no celular via Whatsapp sempre que o consumo ultrapassar repentinamente 30% da média habitual.

Além disso, para quem receber a notificação, será possível realizar videochamada com especialistas para avaliação do que pode ter causado esse aumento, como, por exemplo, vazamentos.

O objetivo da ação é conscientizar a população sobre o uso da água, além de alertar as famílias para os gastos financeiros.

Para receber a notificação, é preciso que os dados fornecidos estejam atualizados no sistema da Sabesp. É possível se cadastrar ou atualizar as informações por meio do telefone oficial da empresa, o (11) 3388-8000, ou no próprio aplicativo.

Caso tenha recebido a mensagem e queira solicitar o suporte técnico, a Sabesp informa que tanto na Agência Virtual, do próprio site da rede, quanto no aplicativo móvel, é possível agendar atendimento por vídeo e os técnicos poderão orientar os clientes na identificação e resolução do problema.

O que pode causar o aumento do consumo de água na sua fatura?

  • tubulações rompidas dentro das paredes;
  • caixas sanitárias com vazamento;
  • fissuras na caixa-d’água;
  • problemas na rede de água da rua.

Falência global da água

Em janeiro deste ano, um relatório emitido pela UNU (United Nations University) divulgou que o planeta Terra entrou em estado de “falência global da água”, isso quer dizer que muitas regiões não dão mais conta da sua capacidade hídrica, por causa da seca nos reservatórios.

Segundo a pesquisa, 70% dos principais aquíferos do mundo poderão declinar a longo prazo e bilhões de pessoas podem viver insegurança hídrica ao longo dos anos.

Em São Paulo, os mananciais operavam com 26,42% da capacidade para consumo e geração de energia em dezembro de 2025, segundo o SIM (Sistema Integrado Metropolitano). No Alto Tietê e no Cantareira, principais reservatórios do estado, esse número chegou próximo a 20%, emitindo um estado de alerta hídrico não apenas para as autoridades, mas para a população.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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Fonte : CNN

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