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Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda, foi oficialmente anunciado como pré-candidato do PT ao governo de São Paulo. A partir de agora, Dario Durigam assume o comando da pasta enquanto Haddad se dedica à campanha para 2026. Segundo apuração da analista Clarissa Oliveira, durante o Live CNN desta sexta-feira (20), Haddad já está montando o núcleo central de campanha.

Esse núcleo contará com figuras expressivas do PT no estado, como os deputados Gilmar Tatto e Carlos Zarattini, além de Emídio de Souza, que já coordenou outras campanhas do ex-ministro e é considerado seu homem de confiança dentro do partido. Kiko Celeguim, presidente do Diretório Estadual do PT em São Paulo, também integrará o grupo.

Clarissa detalhou que a estratégia de campanha de Haddad terá como primeiro foco a aproximação com os prefeitos do interior paulista: “Principalmente aqueles que não são próximos da base governista”.

Há uma avaliação dentro do PT, segundo a analista, de que esses chefes de executivos municipais não estão sendo bem atendidos pela atual gestão estadual, o que poderia representar uma oportunidade para o candidato petista conquistar apoio em regiões onde Tarcísio de Freitas tem maior força política.

O segundo foco será explorar pontos de potencial desgaste do atual governo estadual, com destaque para a privatização da Sabesp. “Eles entendem que há problemas na largada do contrato, na prestação do serviço, insatisfação em várias áreas, e eles pretendem construir a ideia de que a privatização da Sabesp foi ruim para a população”, destacou Clarissa.

Outro tema que também devem entrar no radar da campanha petista é a segurança pública, com ênfase em cores de violência policial ocorridos durante a gestão atual. A estratégia inclui ainda tentar associar Tarcísio de Freitas a um “bolsonarismo mais radical”, contrastando com uma preferência do eleitorado paulista por uma direita mais moderada.

Para fortalecer sua posição no interior paulista, onde o atual governador tem vantagem expressiva, Haddad deverá contar com o apoio de Geraldo Alckmin, que deve percorrer com ele as cidades do interior, independentemente da função que venha a exercer nas próximas eleições.

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Fonte : CNN

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