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Os líderes do Canadá, França, Alemanha, Itália e Reino Unido alertaram nesta segunda-feira (16) que estavam “gravemente preocupados” com a crescente violência no Líbano e pediram uma “desescalada imediata”.

“Os ataques do Hezbollah contra Israel e os ataques contra civis devem cessar e eles devem desarmar-se. Condenamos a decisão do Hezbollah de se juntar ao Irã nas hostilidades, o que põe ainda mais em risco a paz e a segurança regional”, disseram os líderes dos países em uma declaração conjunta.

Os cinco governos também alertaram que uma grande ofensiva terrestre israelense planejada no Líbano poderia desencadear “consequências humanitárias devastadoras e levar a um conflito prolongado”.

“Deve ser evitada”, disseram os cinco sobre a planejada invasão de Israel.

“A situação humanitária no Líbano, incluindo o deslocamento em massa em curso, já é profundamente alarmante”, acrescentaram os líderes.

“Centenas de milhares” de pessoas foram removidas do sul do Líbano em meio ao que Israel descreveu como uma expansão de operações terrestres “limitadas”.

O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que as forças armadas iniciaram uma manobra terrestre para “eliminar ameaças” e proteger os moradores do norte de Israel.

Pelo menos 850 pessoas morreram no Líbano desde o início da troca de tiros entre o Hezbollah e Israel, há mais de duas semanas.

Um milhão de deslocados

Mais de 1 milhão de pessoas foram deslocadas no Líbano, segundo autoridades do país, muitas delas no sul e também em áreas próximas à capital, Beirute. Mais de 130 mil estão vivendo em abrigos coletivos.

Na semana passada, a ONU lançou um apelo de US$ 308 milhões (equivalente a cerca de R$ 1,6 bilhão) para ajudar o Líbano a lidar com as consequências da guerra.

Mais de 880 pessoas foram mortas no país por ataques israelenses, segundo o Ministério da Saúde libanês. Esse número não distingue combatentes e civis.

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Fonte : CNN

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