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A visita de cortesia na noite desta quarta-feira (11) da cúpula da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) a André Mendonça, relator dos processos sobre o Banco Master e as fraudes no INSS no STF (Supremo Tribunal Federal), terminou sem avanços práticos significativos.

A CNN Brasil apurou que, durante o encontro, André Mendonça foi extremamente técnico e ouviu os pleitos do presidente da CPMI, senador Carlos Vianna (Podemos-MG), e do relator da comissão, deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil-AL).

No entanto, não se comprometeu com nenhum pedido — postura compreendida pelos parlamentares, pois, caso contrário, poderia gerar suspeição sobre si.

Parlamentares da CPMI querem revisões de decisões já tomadas para acabar com o que chamam de “desequilíbrio” entre os Poderes e com a dificuldade de o Congresso efetivamente ouvir pessoas com convocações aprovadas pela comissão.

A cúpula da CPMI avalia que a concessão de habeas corpus pelo Supremo atrapalha a realização de depoimentos e até o andamento das investigações do colegiado.

Nesta quarta, seria a vez de a CPMI ouvir Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro. Mas, ele conseguiu um habeas corpus e a audiência acabou cancelada. Parlamentares reclamam que isso se tornou um padrão que desrespeitaria as prerrogativas do Congresso.

A cúpula da CPMI agora trata a ida de Vorcaro à comissão como “uma questão de honra”, inclusive na tentativa de avançar na apuração sobre empréstimos consignados e eventuais irregularidades cometidas contra o sistema financeiro.

A CPMI busca obrigar que o banqueiro deponha. Um recurso deve ser encaminhado por Mendonça para julgamento na turma, em decisão colegiado, ainda sem data definida.

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Fonte : CNN

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