O cantor Charlie Puth, 34, comentou as falas recentes de Timothée Chalamet, 30, sobre a importância do balé e da ópera para a arte nesta quarta-feira (11). O norte-americano alfinetou o ator indicado ao Oscar 2026 por meio de uma postagem no X — antigo Twitter.
“Sinto-me na obrigação de dizer que, mesmo quando uma forma de arte não está no auge de sua popularidade, seus vestígios ainda permanecem na música e no cinema que ressoam com as pessoas hoje. A música popular que ouvimos hoje simplesmente não existiria sem a música popular que a precedeu, séculos atrás”, escreveu ele.
Nos comentários, internautas se dividiram entre concordar e questionar o porquê de Charlie estar se envolvendo na polêmica. “Tendências desaparecem, influências não. Cada sucesso carrega ecos do que veio antes”, complementou um fã.
A declaração polêmica de Chalamet referenciada por Puth foi dada durante um evento promovido pela revista Variety e a CNN, ao lado de Matthew McConaughey, 56.
No papo, o ator disse que não queria trabalhar com balé ou ópera, coisas que, segundo ele, “são tipo: ‘Ei mantenha essa coisa viva’, mesmo que pareça que ninguém se importe com isso'”. Logo na sequência, Timothée garantiu “ter todo o respeito” pelos profissionais desta indústria.
Além de Puth, a bailarina profissional Misty Copeland, diversas companhias internacionais de balé e ópera e usuários ao redor do mundo criticaram as falas do protagonista de “Marty Supreme” (2025). Até o momento, o ator não comentou publicamente seu posicionamento.
I feel compelled to say that even when an art form isn’t at the height of its popularity, traces of it still live on in the music and cinema that resonate with people today. The popular music we hear now simply wouldn’t exist without the popular music that came before it…
— Charlie Puth (@charlieputh) March 11, 2026
*Publicado por Luiza Zequim, da CNN Brasil, com informações de Caroline Ferreira, da CNN Brasil – sob supervisão de Gabriela Maraccini
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Fonte : CNN