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O presidente da CPMI (comissão parlamentar mista de inquérito) do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), classificou como “um bem ao país” o vazamento de conversas de Daniel Vorcaro. Trechos de diálogos que vieram a público nos últimos dias expuseram vínculos do banqueiro com autoridades.

Carlos Viana disse, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (9), que “não há a menor condição de se dizer que os vazamentos aconteceram pela CPMI”, e afirmou ainda que os dados foram manuseados por muitas pessoas.

“Nós temos aí dezenas de pessoas que podem ter tido acesso e que podem ter feito o vazamento… e fizeram um bem ao país, fizeram um bem, porque esses vazamentos interessam a toda a população”, afirmou.

O relator da CPMI, Alfredo Gaspar (União-AL), também negou ser o autor dos vazamentos. Ele afirmou que orientou sua equipe a evitar qualquer divulgação de informações durante os trabalhos da comissão. “Eu disse aos meus assessores: ‘Nós vamos ser alvo, vazamento zero’”, declarou o parlamentar.

Na última semana, a CPMI começou a se debruçar sobre os conteúdos da investigação que mira o Banco Master. Pouco após chegar à comissão, arquivos do celular do empresário Daniel Vorcaro vazaram e seu conteúdo tem repercutido por expor as conexões do banqueiro com os Três Poderes.

Investigação

Na sexta-feira (6), o ministro André Mendonça, do STF, determinou que a PF (Polícia Federal) instaure um inquérito para apurar o vazamento de dados do empresário. O relator do caso na Corte atendeu a um pedido da defesa do banqueiro.

Segundo os advogados, informações extraídas de aparelhos celulares de Vorcaro teriam sido divulgadas por veículos de imprensa após o acesso aos dados obtidos a partir da quebra de sigilo autorizada no âmbito da CPMI do INSS.

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Fonte : CNN

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