Dois suspeitos morreram e outros dois foram presos, na madrugada desta segunda-feira (9), após confronto com policiais durante uma operação contra um grupo especializado em roubo de veículos. A quadrilha, oriunda das zonas sul e centro do Rio de Janeiro, era alvo da PCERJ (Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro) e da PRF (Polícia Rodoviária Federal).
Os presos são Jonathan Rodrigues Barboza e Pedro Gabriel da Conceição Silva, detidos pelos crimes de receptação, associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e tentativa de homicídio.
Para cumprir os trabalhos, as equipes fizeram monitoramento e se posicionaram em pontos estratégicos, que seriam utilizados pelos investigados como rotas de deslocamento após a prática dos crimes.
Por volta das 0h20, um veículo Jeep Renegade, de cor cinza, teria saído de uma comunidade e seguido pela Avenida Paulo de Frontin. Com a movimentação, foi repassado um alerta para os policias que estavam no cerco.
Confronto
A partir da ação, os policiais rodoviários localizaram o carro e tentaram realizar abordagem. No entanto, o motorista não acatou a ordem, fugiu e passou a atirar contra os agentes, que reagiram. Ainda durante a fuga, o veículo perdeu o controle, momento em que ficou imobilizado na via.
Após a batida, os ocupantes desceram do Jeep Renegade, momento em que houve mais um confronto com os policias. No local, próximo ao Sambódromo, dois suspeitos foram mortos.
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Jonathan Rodrigues Barboza, se rendeu e foi conduzido a 18ª DP (Praça da Bandeira). Já Pedro Gabriel da Conceição Silva, portava uma pistola calibre .380 marca Taurus, foi atingido e socorrido ao Hospital Municipal Souza Aguiar, onde ficou sob custódia.
Segundo registros policiais, o carro usado pelos homens era fruto de roubo. Dentro do automóvel, os agentes apreenderam um dispositivo do tipo “jammer” (bloqueador de sinal), utilizado por quadrilhas especializadas para impedir o rastreamento de veículos roubados, além de celulares.
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O caso é investigado pela DHC (Delegacia de Homicídios da Capital).
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Fonte : CNN