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O Senado dos Estados Unidos rejeitou uma resolução que visava exigir que o presidente Donald Trump buscasse aprovação do Congresso para futuras ações militares dos EUA contra o Irã.

Foram 53 votos contrários e 47 a favor. O senador republicano Rand Paul votou com os democratas para aprová-la; já o senador democrata John Fetterman se uniu aos republicanos para bloqueá-la.

Mesmo que a medida tivesse avançado, enfrentaria uma batalha difícil no Capitólio, pois precisaria passar por um processo completo de emendas no Senado antes de seguir para a Câmara.

Além disso, ela provavelmente seria vetada por Trump — e o veto precisa de dois terços dos votos para ser derrubado.

A Câmara deve votar sobre o mesmo assunto nesta quinta-feira (5).

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.

O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.

Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”.

Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. As agressões entre as partes seguem neste domingo.

Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

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Fonte : CNN

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